terça-feira, 25 de outubro de 2011

Cachorro Fest

                 O cachorro fest estava muito legal porque tinha muito cachorro quente e eu comi u monte huuu...
                  Eu não tinha comprado pela semana eu tive que sair corendo
para dar tempo para comprar os cachorros quentes.
                  Eu cheguei em casa depois do treino no Botafogo cansado minha
mãe não tinha comprado ainda os cartões do cachorro eu tive que sair correndo para comprar a tempo , porque meu irmão queria comer tambem
eu cheguei na escola e pensei que não tinha mais catões para comprar mais
tinha eu comprei e tinha dois copos de refri tomei os dois e falei pro meu irmão que nem tinha vindo refri.
 

sexta-feira, 7 de outubro de 2011

Feira na Fundaçao Evangélica

                A feira na Fundaçao tava tri massa eu achei muito massa quando o aluno lá mostro o vácuo que um carro comum vaz comparado com um de formula1,o de formula1 cria mais vácuo se nao criasse ele sairia voando e o carro comum cria menos vaco porque nao presiça de tanto porque é mais pesado do que o de formula1, o carro de formula1 tem aquele e aerofolio atrás para segurar o vento e nao voar.
                Tinha lá tambem uma bicicleta quanto mais pedalava mais luz da na lampada, na roda de tras nao tinha pneu porque tinha uma correia engatada atras para dar a luz.
                  O trabalho da tsunami era muito tri tinha um aquario com bonecos, carros, arvores e casas dai eles puxavam um copo para cima e para baixo para mostrar como começa a tsuname e porque ela começa e o estrago que ela cria quando chega em uma cidade.
                  O trabalho da luz eu achei o mais legal porque eles mostraram que a luz pode fazer muitas coisas até fogo a lampada tenque ser muito forte, o fogo da luz e muito dificiul de criar porque tenque ser muito forte a eletricidade e bater direto uma na outra.
                  O trabalho de computador era muito legal eles montavam compitadores em tudo tinha computador que era montado em maquina caça niquel tinha computador em malas.
                

terça-feira, 27 de setembro de 2011

Medo de Pular

MEDO DE PULAR

Fazia um mês que ele repetia o que já se tornava um ritual. Parava em frente da janela e  olhava primeiro para cima, para o céu, admirava as nuvens, sentia o vento bater no rosto e se lembrava de que tudo isso podia ser seu. Então, ele olhava para baixo. Para o chão, 7 andares abaixo. A ponta das grades que ficavam na entrada do prédio. Imaginava se bateria nelas quando caísse. Talvez acertasse as costas na bancada do jardim. A altura não era garantia de que ele morreria. Talvez só quebrasse as costas, ficasse inválido, ironicamente como aquele ator que fez o Superman no cinema. O ritual sempre terminava do mesmo jeito, ele se afastava da janela, abria a porta e ia para o trabalho.
Ele pensava muito sobre o assunto de origens secretas. Adolescente, colecionava histórias em quadrinho. Por isso, sabia como a sua situação era única. Aranhas radioativas, acidentes em laboratórios, foguetes do espaço, medalhões mágicos. Todos os super-heróis ganhavam suas habilidades em um grande evento fantástico que mudava a sua vida. Com exceção dos mutantes, que um dia se descobriam alterando as leis da física. Mas os mutantes viviam em um mundo onde as leis da física não eram respeitadas. Para todos os outros era fácil.
Ele era só um engenheiro que lia histórias em quadrinho muitos anos atrás. Sua origem também era um acidente, mas um acidente de trabalho. Perdeu o equilíbrio quando estava no prédio que acompanhava a construção e caiu. Ele se lembra com detalhes sádicos a queda. Já tinha lido em algum lugar que o cérebro aumenta a velocidade de processamento em situações de perigo, a percepção de tempo acelera e o mundo fica em câmera lenta. Para ele foi pior, a sua percepção de tempo acelerou a níveis sobrehumanos e os 22 andares que caiu duraram o que pareceu dias. Conseguiu passar por todos os estágios de alguém que descobre que vai morrer. A negação inicial, raiva, barganha, depressão e aceitação. Mas ele não morreu. Acertou o chão e quebrou o piso de concreto que tinham armado no dia anterior.
Na alegria de não ter morrido, deu um pequeno salto e, para a sua surpresa, não parou de subir. Em frações de segundos, estava acima dos 30 andares do prédio. O pânico de repetir o acidente passou quando viu que não estava caindo. Desejou se mover até o terraço do prédio e quando pousou suas pernas pareciam de borracha. Ele desceu o elevador da obra, segurando com força nas suas vigas de aço, com medo de ser lançado novamente no ar. Quando chegou ao térreo, percebeu que tinha deixado a impressão da sua mão no metal.
E foi isso. Essa era a sua origem secreta. Sem aviso, sem motivo, ele se tornou a primeira pessoa com superpoderes do mundo. E esse era o problema. Ele testava a resistência da sua pele, deixava a mão sobre o fogo, tentava cortar sua mão com uma faca, flutuava até o teto do seu apartamento e pairava por vários minutos, prendia sua respiração por horas, levantava o seu sofá com uma única mão. Mas fazia isso com medo. Como não ter? O que ele fazia era impossível. Não deveria acontecer. E, por isso, tinha medo que tudo acabasse, de repente, do mesmo jeito que começou. E se acabasse enquanto estivesse no ar e ele caísse novamente? Dessa vez, ele morreria ou pior. E se tentasse ajudar alguém, parar um trem, levar um tiro, combater o crime, como em seus sonhos de criança, e no meio de tudo ele se tornasse uma pessoa normal?
Então, ele parava na janela do seu apartamento. E olhava para cima. E olhava para baixo. Com medo de pular. Sem motivo para ter medo. E abria a porta. E esperava o elevador.                      

Todo dia ele olhava pela janela pensando se ele se atirava ou nao, ele tambem pensava que podia se atirar e nao morrer ou podia se quebrar as costas cair em cima da banca do jardim quando se atirou parecia que nunca pasava o tempo parecia dias,mais ele nao merreu quando ele caio no chao e quebrou o chao e o piso que ele mesmo tinha botado no outro dia passado.

quarta-feira, 14 de setembro de 2011

Bruno Mars

            Eu acho a musica do bruno mars muito legal  mais a Grenade fala sobre um cara que faria qualquer pela sua mulher ele fala uma hora assim:
Eu pegaria uma granada por você Jogaria minha mão numa guilhotina por você 
Eu pularia na frente de um trem por você Você sabe que eu faria qualquer coisa por você.

             E ela nem faria o mesmo por ele tem uma parte que fala:
Se o meu corpo estivesse em chamas
Você ficaria me vendo queimar?
Você disse que me amava, você é uma mentirosa
Porque você nunca, nunca amou, querida


 

terça-feira, 13 de setembro de 2011

terça-feira, 6 de setembro de 2011

Mv Bill

               Mv Bill um escritor que até canta rap, seu nome verdadeiro é Alex Pereira Barbosa.
             Ele começou a cantar em  1988 quando começou a escrever sambas  para seu pai.
                Paralelamente a carreira de rapper, MV Bill lançou em 2005 junto com  Celso o livro Cabeça de porco e tambem Meninos do trafico.
                Mv Bill também atua como ativista social tendo criado junto com Celso Athayde a organização não governamental central das favelas.

terça-feira, 30 de agosto de 2011

Frases Famosas

                    Nelson Mandela:O dinheiro não vai gerar o sucesso, a liberdade para gerá-lo o fará. Eu escolhi essa porque nem tudo é dinheiro.

                   Abraham Lincoln:Uma pessoa será tão feliz quanto a sua mente decidir.
Essa é verdade quando sua mente deixar você vai ser muito feliz.

                  Agora vou falar uma frase que eu criei:  

Se você tem um grande problema nao diga a Deus diga a o problema que você tem um grande Deus. Juliano Ribas